quinta-feira, julho 14, 2005

O pequeno almoço

Escrever por escrever...
Desabafos? Sons? Ruídos? Ser por ser...
Ondas de mar. O meu mar?
A solidão?
Talvez surja naqueles momentos em que ficamos quitados perante os encontros/desencontros dos pequenos almoços das nossas vidas...
A verdade é que os pequenos almoços se repetem e com eles a possibilidade de renovar/reparar/experimentar o café, os cereais, o pão, o leite...
Crescemos e aprendemos a almoçar, a jantar, a cear, a comer quando nos apetece. A não comer...
A questão é sempre a mesma: a do alimento que nos mantém vivos, que nos preenche, que nos faz imaginar - corpo, pensamento/amor; ou não.
O pequeno almoço, almoço ou jantar, que relembra, por dentro, o encontro com os pedacinhos de leite, chocolate ou café, suficientemente bons das nossas vidas, previne a solidão e promove a autonomia...