sábado, junho 18, 2005

Tempolândia

Era uma vez a terra do tempo. Com tempo, sem tempo, uns dias com 24 horas, outros com 36. Era um local esquisito.
Cigarros, meios cigarros, de tempo infinito. Fuma-se um, fuma-se outro. O sol não se põe.
É de dia, durante 24 horas, ou 36, conforme a vontade. Acorda-se, não se dorme.
Não cansa, não descansa. Procura, não acha, não importa. Há tempo.
Tempolândia dos sentidos, dos olhares, dos cheiros diurnos, nocturnos, da chuva a cair em solo aquecido...
Tempolândia do nunca, tempolândia do sempre.
Não importa, temos tempo.

O começo

O começo nem sempre é fácil. Este, no entanto, até foi.
Com meia dúzia de cliques, um gajo tem oportunidade de escrever as suas parvoeiras num blog! E ainda por cima no próprio blog...
Enfim, espero não me meter num beco sem saída.
O começo nem sempre é fácil. Este, no entanto, até foi.
Com texto, provavelmente sem jeito, anuncio o princípio de jornadas de reflexão entusiástica e, eventualmente, de desabafos a saber a pão.
Contextos? Sim, do sul ao norte, passando por pp - portugal profundo, leia-se - tendo, no centro, o seu lugar principal, num alto bem decorado de casas velhas, perdão, antigas...
Nesse lugar, conhecido pela grandiosa festa cultural de estudantes que decorre no mês de Maio, habita o estranho teclista (porque escreve no computador) que hoje finalmente se lembrou de fazer um beco, desculpem, blog... Esperemos, com saída...